Procurado pela Policia

Lúcio de Souza Silva teria feito pelo menos quatro vítimas. Foto/ divulgação

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Lúcio de Souza Silva teria feito pelo menos quatro vítimas. Foto/ divulgaçãoSuspeito raptava as vítimas e pedia dinheiro depois de fazer as imagens. Segundo a polícia, uma das mulheres chantageadas chegou a ser abusada sexualmente pelo criminoso

Policiais da 78ª DP (Fonseca), com o apoio de agentes da 81ª DP (Itaipu), realizaram operação na manhã de quinta-feira para tentar prender um homem acusado de cometer pelo menos quatro sequestros relâmpagos em Niterói. De acordo com a polícia, Lúcio de Souza Silva, de 31 anos, raptava mulheres e tirava fotos delas nuas.

Depois, ameaçava as famílias das vítimas afirmando que iria publicar as imagens na internet caso não pagassem resgate. Contra ele havia mandado de prisão por tráfico de drogas e assalto à mão armada.

De acordo com o delegado Paulo Guimarães, responsável pela operação, Lúcio chegou a abusar sexualmente de uma das vítimas. “Ele passou a mão nas partes íntimas da mulher, o que na atual legislação configura estupro. Ele pedia geralmente R$ 6 mil de resgate, mas em um dos casos chegou a reduzir o pagamento para R$ 200, porque a família não tinha de onde retirar o dinheiro exigido”, contou.

Os casos de sequestro ocorreram entre dezembro e março. O ataque era feito da mesma maneira e foi flagrado com câmeras de segurança nos coletivos. “Ele escolhia aleatoriamente a vítima, sempre na Região Oceânica, a ameaçava com uma arma e a levava de ônibus e para a Zona Norte. Depois, ligava para pedir o resgate à família”, acrescentou o delegado.

Ainda na quinta-feira os agentes foram em três supostos endereços do acusado, mas nada foi encontrado. Segundo a polícia, o suspeito teria fugido da Zona Norte e foi morar com uma nova companheira no Morro das Galinhas, perto do Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba.

Segundo o delegado, o suspeito está foragido desde 2010, quando saiu em liberdade condicional após cumprir pena por tráfico e roubo e não retornar para passar as noites no presídio. Ele foi reconhecido por fotos pelas vítimas que o identificaram também por  duas tatuagens, sendo uma índia na região do abdômen e um símbolo tribal no braço direito. Quem tiver informações pode ligar para o Serviço Disque Denúncia (2253-1177

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